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	<title>Compras e Contratações Públicas Sustentáveis</title>
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		<title>SEMINÁRIO &#8211; SUSTENTABILIDADE E LICITAÇÕES AGU-CSJT</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 20:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho Superior da Justiça do Trabalho, em parceria com a Advocacia Geral da União, promove entre os dias 14 e 15 de maio, o Seminário Sustentabilidade e Licitações. O evento é destinado a todos os servidores da Justiça do Trabalho, Advogados da União, integrantes das Consultorias Jurídicas da União nos Estados (CJUs-CGU) e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #272727;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: small;">O Conselho Superior da Justiça do Trabalho, em parceria com a Advocacia Geral da União, promove entre os dias 14 e 15 de maio, o Seminário Sustentabilidade e Licitações. O evento é destinado a todos os servidores da Justiça do Trabalho, Advogados da União, integrantes das Consultorias Jurídicas da União nos Estados (CJUs-CGU) e a servidores de outros órgãos. O seminário será realizado às 9h, no Auditório Victor Russomano &#8211; Tribunal Superior do Trabalho &#8211; SAF Sul, quadra 8, lote 1, Bloco B, 5º andar. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #272727;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: small;">As inscrições podem ser realizadas no </span></span></span><a href="http://www.csjt.jus.br/seminarioagu"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">portal</span></span></span></span></a><span style="color: #272727;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: small;"> do conselho. Até o dia 3 de maio, elas são exclusivas para os servidores da Justiça do Trabalho e integrantes das Consultorias Jurídicas da União nos Estados (CJUs-CGU-AGU). Após esse período, serão estendidas para servidores de outros órgãos.</span></span></span></p>
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		<title>COP11 da Biodiversidade: mudanças no papel do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 18:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[(Fonte: Portal Exame.com)
A mudança de papel já se esboçava há algum tempo e tornou-se clara em Hyderabad, na Índia, durante a 11ª Conferência das Partes da Convenção de Diversidade Biológica.

Assim como passou de país de origem de emigrantes econômicos para destino de imigrantes em busca de emprego, o Brasil deixou as fileiras de países megadiversos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">(Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/sustentabilidade/noticias/cop11-da-biodiversidade-mudancas-no-papel-do-brasil" target="_blank">Portal Exame.com</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança de papel já se esboçava há algum tempo e tornou-se clara em Hyderabad, na Índia, durante a 11ª Conferência das Partes da Convenção de Diversidade Biológica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Assim como passou de país de origem de emigrantes econômicos para destino de imigrantes em busca de emprego, o Brasil deixou as fileiras de países megadiversos em busca de recursos alheios para integrar o novo grupo de emergentes que apostam em fontes próprias ou alternativas para financiar a proteção à biodiversidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A mudança de papel já se esboçava há algum tempo e tornou-se clara em Hyderabad, na Índia, durante a 11ª Conferência das Partes da Convenção de Diversidade Biológica (COP11 da CDB), encerrada na semana passada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Desde o início do evento era evidente a baixa expectativa de contribuição massiva dos países desenvolvidos para o caixa bilionário considerado vital para conservar o imenso patrimônio silvestre do Planeta, em função da crise econômica que os atinge.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, os países desenvolvidos se comprometeram em dobrar, até 2015, os recursos doados aos países em desenvolvimento para a conservação da sua biodiversidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Apesar de contar com diversos programas tradicionalmente financiados por tais recursos, o Brasil se movimenta para depender cada vez menos deles. Declaradamente, inclusive, como se viu no comentário do chefe da delegação brasileira, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani: “Não foram os recursos que esperávamos, mas foram suficientes para permitir que a gente pudesse trabalhar, particularmente os megadiversos, no cumprimento das Metas de Aichi. Obviamente estamos falando dos megadiversos mais pobres porque países como China, Índia e Brasil têm recursos para enfrentar seus desafios, como aliás o Brasil tem feito”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De fato, o Brasil já levou para a conferência alguns resultados dos diálogos mantidos com a sociedade brasileira sobre o Plano Estratégico Nacional para a Biodiversidade 2011-2020 e está trabalhando em Planos de Ação para melhorar o status das espécies mais ameaçadas, conforme previsto nas Metas de Aichi.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Especialistas das principais universidade e instituições de pesquisa do país estão mobilizados em torno desses planos de ação, sob coordenação da diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ainda há muitas arestas a aparar, muitos ajustes a fazer e muitas cabeças a mobilizar, porém a nova postura já é patente. E não era sem tempo, visto que o Brasil detém cerca de 13% de todas as espécies conhecidas do Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com este tipo de iniciativa nos órgãos ambientais abre-se caminhos para convencer outros setores governamentais a incluir a biodiversidade em seus planos de desenvolvimento e prioridades, adotando medidas para melhorar o financiamento à conservação e à restauração de ecossistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os céticos dirão que a preocupação para com a biodiversidade jamais chegará aos contratos do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). Não com essas palavras, mas talvez se desembrulhe um sistema operacional capaz de fazer chegarem ao devido destino os recursos gerados pelas compensações ambientais dos grandes empreendimentos, por exemplo. É lei e os órgãos ambientais trabalham na aplicação dessa lei para ter na compensação uma das fontes de recursos “Made in Brazil”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outras evidências da mudança do papel do Brasil transparecem no reconhecimento, durante a COP11, das terras habitadas por comunidades indígenas ou tradicionais como áreas que contribuem para a conservação da diversidade biológica. Internamente, o país já considera Terras Indígenas e Quilombos como áreas de proteção ambiental, portanto o documento internacional reforça uma postura brasileira. É necessário ressalvar, no entanto, que varia muito o compromisso das diferentes comunidades com a conservação efetiva da biodiversidade, de modo que o Brasil ainda tem uma lição de casa a ser feita (e/ou corrigida, talvez) neste quesito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O documento final da COP11 também convidou o setor privado a se engajar mais na conservação da biodiversidade e dos serviços ambientais prestados pelos ecossistemas em suas atividades de negócios. Um dos caminhos para chegar lá é adotar as recomendações do estudo A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade, conhecido pela sigla TEEB (do inglês The Economics of Ecosystems and Biodiversity), coisa que o Brasil está fazendo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Participam do esforço para mudar este desempenho as empresas reunidas no Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), o Ministério do Meio Ambiente e até o Ministério das Finanças.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O caminho a percorrer é longo, porém estamos em marcha. O coordenador do estudo TEEB, Pavan Sukhdev recomendou atenção aos empresários brasileiros com setores significativos da nossa economia e seus impactos sobre a biodiversidade e os ecossistemas. Agricultura, petróleo e mineração em especial. O especialista citou, a título de exemplo, a necessidade de avaliar o impacto do uso excessivo de fertilizantes e/ou pesticidas sobre a fertilidade biológica dos solos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sexta economia mundial na lista tradicional (com base no PIB), o Brasil cai para 84º lugar quando são incorporados os custos TEEB. Ou seja, ainda temos muito a melhorar. No entanto, saímos da COP11 com tarefas a cumprir e planos para transformar em práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nosso pires não está cheio de dólares e euros, mas temos como fabricar outras cumbucas para depositar contribuições (em reais ou em espécie). Agora o jeito é arregaçar as mangas…</p>
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		<title>Fórum Agenda Ambiental na AGU</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 21:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos/Matérias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agenda Ambiental na AGU busca a sensibilização dos gestores públicos para as questões ambientais,estimulando-os a incorporar critérios de gestão ambiental na atividade administrativa, por meio da adoção de ações que promovam o uso racional dos recursos naturais e dos bens públicos, manejo adequado e diminuição do volume de resíduos gerados, licitações sustentáveis e educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Agenda Ambiental na AGU busca a sensibilização dos gestores públicos para as questões ambientais,estimulando-os a incorporar critérios de gestão ambiental na atividade administrativa, por meio da adoção de ações que promovam o uso racional dos recursos naturais e dos bens públicos, manejo adequado e diminuição do volume de resíduos gerados, licitações sustentáveis e educação ambiental. Com a presente iniciativa, objetiva-se constituir um fórum democrático e fomentar o diálogo e a troca de experiências entre representantes de órgãos da administração pública federal, estadual e municipal envolvidos ou interessados em implantar medidas de gestão ambiental nas suas unidades.</p>
<p><a href="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2012/08/Cartaz-Forum-Agenda-Ambiental-AGU-v5-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2343 aligncenter" title="Cartaz Forum Agenda Ambiental AGU v5-1" src="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2012/08/Cartaz-Forum-Agenda-Ambiental-AGU-v5-1-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2012/08/Cartaz-Forum-Agenda-Ambiental-AGU-v5-1.jpg"></a><a href="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2012/08/Convite-Forum-Agenda-Ambiental-na-AGU.jpg"><img class="size-medium wp-image-2329  alignnone" title="Convite Forum Agenda Ambiental na AGU" src="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2012/08/Convite-Forum-Agenda-Ambiental-na-AGU-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Compras públicas sustentáveis &#8211; a utilização do poder de compra do Estado no fomento de produtos ecologicamente corretos na Fiocruz</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 18:57:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conheça a dissertação da servidora da ENSP-MS / Fundação Oswaldo Cruz, Rejane Maria Tavares Santos, sobre Compras Públicas Sustentáveis.
Trata-se de dissertação apresentada com vistas à obtenção do título de Mestre na Modalidade Profissional em Saúde Pública.



Para visualizar clique aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conheça a dissertação da servidora da ENSP-MS / Fundação Oswaldo Cruz, <strong>Rejane Maria Tavares Santos</strong>, sobre Compras Públicas Sustentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de dissertação apresentada com vistas à obtenção do título de Mestre na Modalidade Profissional em Saúde Pública.</p>
<p></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para visualizar clique <a title="Compras públicas sustentáveis – a utilização do poder de compra do Estado no fomento de produtos ecologicamente corretos na Fiocruz" href="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2012/07/Dissertação-abril-2011.pdf" target="_self">aqui</a>.</p>
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		<title>DECRETO CONSOLIDA E AMPLIA PROGRAMA DE CONTRATAÇÕES SUSTENTÁVEIS</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 21:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos/Matérias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília, 5/6/2012 -  Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta  terça-feira, 5, a presidenta Dilma Roussef assinou, em cerimônia  realizada no Palácio do Planalto, uma série de medidas para desenvolver  políticas de sustentabilidade no Brasil. Entre elas está o decreto nº 7.746  que consolida e amplia o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>Brasília, 5/6/2012 </strong>-  Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta  terça-feira, 5, a presidenta Dilma Roussef assinou, em cerimônia  realizada no Palácio do Planalto, uma série de medidas para desenvolver  políticas de sustentabilidade no Brasil. Entre elas está o <strong><span><a href="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Legislacao/Decretos/2012/120605_dec_7746.pdf" target="_blank"><span><span style="font-family: Arial;">decreto nº 7.746</span></span></a></span></strong><span><strong> </strong></span> que consolida e amplia o Programa de Contratações Sustentáveis, do  Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). A norma será  publicada no Diário Oficial desta quarta-feira.</span></p>
<p>De acordo com a presidenta, o governo federal definiu uma política  muito concreta ao estabelecer por decreto a prioridade de compra de  produtos sustentáveis. “Ao fazer isso sinalizamos a importância que  economicamente o meio ambiente tem para o governo federal no que se  refere ao fornecimento de bens e serviços”, disse.</p>
<p>Pela nova regulamentação, os órgãos e entidades da administração  pública federal direta, autárquica e fundacional poderão adquirir bens e  contratar serviços e obras considerando critérios e práticas de  sustentabilidade. Estes devem estar justificados e estabelecidos no  edital da contratação ou compra.</p>
<p>A partir de agora, os órgãos públicos devem seguir diretrizes de  sustentabilidade determinadas pelo decreto. São elas: menor impacto  sobre recursos naturais como flora, fauna, ar, solo e água; preferência  para materiais, tecnologias e matérias-primas de origem local; maior  eficiência na utilização de recursos naturais como água e energia; maior  geração de empregos, preferencialmente com mão de obra local; maior  vida útil e menor custo de manutenção do bem e da obra; uso de inovações  que reduzam a pressão sobre recursos naturais; e origem ambientalmente  regular dos recursos naturais utilizados nos bens, serviços e obras.</p>
<p>Desde o início do Programa de Contratações Sustentáveis, realizado há  aproximadamente dois anos, a administração pública federal já investiu  mais de R$ 34 milhões no setor. Somente no primeiro trimestre de 2012,  já foram adquiridos cerca de R$ 12 milhões em produtos e serviços que  promovem a sustentabilidade. Dados do Sistema Integrado de Administração  de Serviços Gerais (Siasg) revelam que o governo federal já realizou  1.490 licitações utilizando esses critérios. Atualmente, 550 produtos  são considerados sustentáveis.</p>
<p><strong>Comissão</strong></p>
<p>Para implementar os critérios, práticas e ações de sustentabilidade  no âmbito da administração pública federal, o decreto cria a Comissão  Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública (CISAP).  Esta comissão será formada por representantes do MPOG e também dos  seguintes ministérios: Casa Civil; Meio Ambiente; Minas e Energia;  Ciência Tecnologia e Inovação; Fazenda; Desenvolvimento, Indústria e  Comércio; e Controladoria-Geral da União.</p>
<p>A Secretária de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) presidirá  a CISAP e será responsável por expedir normas complementares sobre  critérios e práticas de sustentabilidade. O secretário de logística e  tecnologia da informação, Delfino Natal de Souza, destaca a nova  regulamentação para as contratações públicas sustentáveis. &#8220;Não existem  mais de 10 países com uma legislação tão forte sobre o tema&#8221;, explica.</p>
<p>A CISAP proporá regras para a elaboração dos Planos de Gestão de  Logística Sustentável, no prazo de noventa dias a partir da sua  instituição. Todos os órgãos da administração pública federal deverão  elaborar o seu plano. Este deve conter, por exemplo, a atualização do  inventário de bens e materiais do órgão e a identificação de similares  de menor impacto ambiental para a sua substituição, e também práticas de  sustentabilidade e de racionalização do uso de materiais e serviços.</p>
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		<title>SLTI na Rio + 20</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 20:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabricio.magalhaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos/Matérias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) participa, no dia 19 de junho, de debate sobre as compras sustentáveis no Brasil. O evento é organizado pelo Fórum Lideranças Executivas de Órgãos Públicos Federais no Rio de Janeiro (GesRIO) e também pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP (GVces). O ministério será representado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) participa, no dia 19 de junho, de debate sobre as compras sustentáveis no Brasil. O evento é organizado pelo Fórum Lideranças Executivas de Órgãos Públicos Federais no Rio de Janeiro (GesRIO) e também pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP (GVces). O ministério será representado pelo secretário de logística e tecnologia da informação, Delfino Natal de Souza, que ministrará palestra sobre as contratações sustentáveis no governo federal.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://comunicacao.gvces.com.br/comunicados/2012/rio20/ces/cps/index.html" target="_blank">comunicacao.gvces.com.br/comunicados/2012/rio20/ces/cps/index.html</a></p>
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		<title>Governo Aumenta Aquisição de Produtos Sustentáveis</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabricio.magalhaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos/Matérias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília, 7/5/12 – As  compras públicas sustentáveis feitas no primeiro trimestre de 2012 já  representam 83% das aquisições realizadas em 2011 nas chamadas  “licitações sustentáveis”. Na comparação desse período com o ano de  2010, verifica-se um crescimento de 61% nas aquisições do governo  federal. Até março de 2012, o valor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>Brasília, 7/5/12 –</strong> As  compras públicas sustentáveis feitas no primeiro trimestre de 2012 já  representam 83% das aquisições realizadas em 2011 nas chamadas  “licitações sustentáveis”. Na comparação desse período com o ano de  2010, verifica-se um crescimento de 61% nas aquisições do governo  federal. Até março de 2012, o valor dessas compras está em cerca de R$  12 milhões de reais.  Desde o início da política de compras no setor, em  2010, a administração pública federal já investiu mais de R$ 34  milhões, na aquisição desses produtos.</span></p>
<p>Na opinião do secretário de logística e tecnologia da informação,  Delfino Natal de Souza, o crescimento demonstra o interesse do governo  federal em utilizar o seu poder de compra para potencializar a recente  política de aquisições sustentáveis. “A gestão pública deve promover uma  cultura institucional que sirva de exemplo para a sociedade”,  acrescenta.</p>
<p><img src="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Imagens/noticias/2012/mai/120507_produtos_sustentaveis.jpg" alt="" width="450" height="282" /><br />
Gráfico 1 &#8211; Valor e crescimento das compras públicas e sustentáveis &#8211; 2010 a 2012<br />
<sup>1 Janeiro a março</sup></p>
<p><span>O programa de Contratações Públicas  Sustentáveis é uma iniciativa da administração pública para valorizar a  compra de produtos que utilizam, critérios ambientais, econômicos e  sociais, em todas as etapas do ciclo de vida desses bens. Dessa maneira,  transforma suas aquisições em instrumentos de proteção à natureza.</span></p>
<p>Desde a implantação da norma para regulamentar as compras  sustentáveis, em janeiro de 2010, o governo federal já realizou, até  março deste ano, 1.490 licitações utilizando itens com essa  classificação pelo Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais  (Siasg), gerenciado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão  (MPOG).</p>
<p>No SIASG, 550 produtos são considerados sustentáveis. O crescimento  do volume de compras na área é justificado pelo aumento do número de  itens. Os produtos mais adquiridos desde a implementação da política  são: cartucho de tinta reciclado para impressora (41,5%), toner  reciclado para impressora (23,9%), aparelho de ar condicionado (7,5%) e  papel reciclado (6,2%). Veículos que utilizam biocombustíveis e copos de  amido de milho também integram o cadastro.</p>
<p>Entre os órgãos que mais realizaram processos de compras estão o  Ministério da Educação (MEC), com mais de 600 licitações, e os  ministérios da Defesa e Justiça, com 283 e 78, respectivamente.</p>
<p><strong>Prêmio – </strong>Para incentivar as compras de produtos considerados  sustentáveis, o Ministério do Planejamento realiza o Prêmio Equipe  Sustentável e Edital Sustentável. As inscrições podem ser realizadas até  o dia 31 de julho de 2012. O objetivo do certame organizado pelo  Planejamento é identificar e valorizar boas práticas da administração  pública em relação às licitações sustentáveis e compartilhar  experiências que podem servir de referência para outras instituições.</p>
<p>Podem participar órgãos e entidades da administração direta,  autárquica e fundacional da União, estados, Distrito Federal e  municípios. O prêmio está dividido em duas categorias: equipe  sustentável, para contratos nas modalidades pregão, concorrência e  tomada de preço; e edital sustentável, onde podem concorrer editais por  meio de intenção de registro de preço ou de sistema de registro de  preço. Para se inscrever, é necessário o preenchimento de um formulário  na <a href="../?page_id=1921">página virtual do concurso</a>.</p>
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		<item>
		<title>Projeto Compra Compartilhada Sustentável é um dos vencedores do 16º Prêmio Inovação na Gestão Pública Federal</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 20:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabricio.magalhaes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira compra compartilhada sustentável de itens de material de expediente ficou em quarto lugar no Prêmio Inovação na Gestão Pública Federal. Além da economia de aproximadamente 50% dos produtos, foi possível constatar que o ganho de escala permitiu que fossem comprados itens pelo mesmo preço, e, em alguns casos por valor menor que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira compra compartilhada sustentável de itens de material de expediente ficou em quarto lugar no Prêmio Inovação na Gestão Pública Federal. Além da economia de aproximadamente 50% dos produtos, foi possível constatar que o ganho de escala permitiu que fossem comprados itens pelo mesmo preço, e, em alguns casos por valor menor que os produtos convencionais. O projeto foi alavancado no âmbito do Fórum de Lideranças Executivas de Órgãos Federais no Rio de Janeiro – GesRio, que já estão empenhados na realização da segunda compra compartilhada. “Estamos atendendo à  perspectiva da perenidade do projeto, mencionada pela Ministra Miriam Belquior em seu discurso na solenidade de entrega do Prêmio”, afirma Renato Cader, responsável pelo projeto. A idéia é que cada ano um órgão gerencie a compra, visando acumular conhecimento e experiência, reverberando-os em toda a Administração Pública Federal.</p>
<p>A primeira compra compartilhada foi coordenada pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro e a segunda está sendo coordenada pela FIOCRUZ. São diversos itens de material de expediente sustentável, tais como papel, envelope, ecocopos, lápis, régua, caneta, dentre outros. A Intenção de Registro de Preços está aberta no sistema <em>Comprasnet</em> no prazo de até o dia 2 de maio. Os órgãos e entidades do Rio que tiverem interesse em participar deverão acessar o site, na UASG 254420 e IRP nº 034/2012,  e incluir seus respectivos itens e quantidades. Posteriormente, deverão enviar à FIOCRUZ os documentos necessários para a instrução do processo. Para maiores informações sobre o processo, entrar em contato com Jorge Pessanha no email: <a href="http://mailto:jorgeluiz@fiocruz.br/" target="_blank">jorgeluiz@fiocruz.br</a>.</p>
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		<title>Workshop Internacional de Compras Públicas Sustentáveis</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:55:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A SLTI informa que será realizado, nos dias 26 e 27 de abril pela manhã, no auditório da CAPES, um Workshop Internacional de Compras Públicas Sustentáveis. O evento pretende fomentar  a colaboração e trocas de experiências entre gestores, visando facilitar a implementação de licitações públicas e sua eficácia como ferramenta para promover o desenvolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A SLTI informa que será realizado, nos dias 26 e 27 de abril pela manhã, no auditório da CAPES, um Workshop Internacional de Compras Públicas Sustentáveis. O evento pretende fomentar  a colaboração e trocas de experiências entre gestores, visando facilitar a implementação de licitações públicas e sua eficácia como ferramenta para promover o desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Inscrições limitadas no site:<a href="http://hotsite.mma.gov.br/cps" target="_blank">hotsite.mma.gov.br/cps</a></p>
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		<title>Compras Sustentáveis na Administração Pública ganham em eficiência econômica</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 09:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo brasileiro consome 15% do Produto Interno Bruto (PIB) anual em produtos e serviços, algo em torno de R$ 600 bilhões. Com esse volume de consumo, a Administração Pública vem percebendo que, ao adotar critérios de sustentabilidade em suas contratações, indiretamente acaba induzindo mudanças no padrão de produção e consumo.
A partir desse entendimento, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2011/03/codigo_de_barra.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1898" title="codigo_de_barra" src="http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/wp-content/uploads/2011/03/codigo_de_barra.jpg" alt="" width="225" height="141" /></a>O governo brasileiro consome 15% do Produto Interno Bruto (PIB) anual em produtos e serviços, algo em torno de R$ 600 bilhões. Com esse volume de consumo, a Administração Pública vem percebendo que, ao adotar critérios de sustentabilidade em suas contratações, indiretamente acaba induzindo mudanças no padrão de produção e consumo.</p>
<p>A partir desse entendimento, um bom exemplo vem acontecendo no Rio de Janeiro, onde oito órgãos do Executivo Federal instalados no estado se juntaram, em setembro de 2010, e realizaram a primeira compra compartilhada de almoxarifado sustentável.</p>
<p>Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Fiocruz, Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), Ministérios da Fazenda, Educação, Agricultura, entre outros órgãos, compraram 48 itens de materiais de escritório sustentáveis e, mais do que isso, conseguiram cadastrar todos os produtos no sistema oficial de compras do Executivo Federal, o ComprasNet, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), facilitando assim o caminho para que outros órgãos também comprem esses produtos.</p>
<p>A iniciativa nasceu do Fórum de Lideranças Executivas de Órgãos Federais no Rio de Janeiro (GesRio), composto por mais de 35 órgãos, e para o diretor de Gestão do JBRJ, Renato Cader, – idealizador desse pregão compartilhado -, a organização dos gestores públicos em rede foi um dos fatores que contribuiu para a concretização da compra. “Apenas oito órgãos aderiram nessa primeira compra, porque os demais estavam com os estoques de almoxarifado cheios, mas as próximas contratações com certeza irão agregar cada vez mais participantes”.</p>
<p>Com essa experiência, foi possível especificar os produtos, considerando material empregado, dimensões, cor, tipo, aplicação e os órgãos só compraram produtos de material reciclado, como: lápis preto com corpo de madeira de manejo sustentável, papel A4 reciclável, almofada para carimbo com caixa de plástico reciclado e blocos de papel, classificador de papelão, copos descartáveis de papel, envelopes, etiquetas adesivas, formulários contínuos, entre outros materiais, tudo de papel reciclado.</p>
<p>O aumento do número de unidades do pedido permitiu ganho de escala e a economia de 49,89 % do valor estimado, representando R$ 723 mil a menos do que estava previsto na pesquisa de mercado realizada antes do pregão. Estima-se que 10 mil servidores serão atendidos, fora os que serão beneficiados com a adesão a esse registro de preço.</p>
<p>“Com as aquisições compartilhadas sustentáveis, ganhamos com eficiência econômica, menos impacto ambiental e maiores benefícios sociais, o que vai de encontro à perspectiva do desenvolvimento sustentável”, afirma Cader.</p>
<p>A ideia é que a iniciativa comece a ser replicada em outros estados, especialmente, em Brasília onde vários órgãos federais poderão fazer algo semelhante. (Fonte: Melissa Silva/ MMA)</p>
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